domingo, 12 de maio de 2013

Working Mums - Mulher Moderna






Costumo dizer que as mulheres nascidas nas décadas de 70 são as que mais sentiram - e sentem - a transição daquela figura da dona de casa, mãe e esposa em tempo integral para a mulher mil e uma funções, que consegue - ou pelo menos tenta - cuidar do marido, filhos, casa, amigos e ser uma boa profissional.
Hoje, as mulheres têm que aprender a conciliar tudo isto e muito mais, no seu dia a dia, procurando também não deixar que essa rotina super exigente faça com que ela se esqueça de si mesma, dos seus hobbies, atividades favoritas, saúde, vida social e beleza, sendo este último um dos mais importantes. Qual é a mulher que não gosta de se sentir bonita e mostrá-lo ao seu namorado, noivo, marido? O truque é não deixar que a desculpa da “falta de tempo” a faça receber o seu marido em casa, com uma t-shirt larga e desbotada, unhas descuidadas e despenteada... Pode achar que não tem importância, mas o marido gosta sempre de ver a sua mulher liiiinda, glamorosa e feliz, por isso, ânimo e muito blush e perfume...
Quantas vezes não se culpou já, dizendo “será que o meu filho vai sentir a minha ausência, quando voltar ao trabalho?”; “até que ponto a minha vida profissional vale mais a pena do que ficar em casa a brincar com meus filhos?”; “será que devo dar um irmão ao meu filho, mesmo achando que agora não é o momento mais adequado?”; “será que estou a dar a devida importância e atenção à minha vida conjugal?” e por aí fora...
Um dia perguntei à minha mãe como é que antigamente as mulheres conseguiam ter 4 ou mais filhos, e sempre um atrás do outro, e por vezes com os maridos sempre fora a trabalhar. Ela disse-me: “Filha, com muito amor, dedicação e ajuda de familiares e vizinhos”.
Hoje em dia é complicado contar com amigos, família e vizinhos, pois toda a gente tem mil e uma coisas para fazer e não dá para querer que as pessoas fiquem com o nosso filho enquanto nós levamos um à escola e outro ao dentista, e no meio de tudo isto, o chefe ainda liga desesperado a pressionar para voltar ao trabalho.
Sim, a pressão é maior, o mundo mudou e tornou-se cada vez mais exigente e individualista.
Não conheço, pessoalmente, nenhuma mulher que tenha conseguido realizar-se a 100% no âmbito profissional e pessoal.
Sempre haverá algo que teremos de deixar para depois...
Um conselho, “não queira ser uma super mulher, ou uma super mãe, os heróis só existem nas histórias e nos contos de fadas, na vida real o caminho para o sucesso está na forma como equilibramos tudo. Bom senso, calma e ponderação são fundamentais. Ah, e não se esqueça, a família sempre em primeiro lugar!”
E você é realizada a 100% nas duas vertentes (profissional e pessoal)?
Conte à IT'S A GIRL a sua história e quem sabe não será um post em breve!
Beijinhos para todas as mães modernas e um óptimo fim de semana!

sábado, 11 de maio de 2013

Speak to your Children...






Tips... - Dicas...




Temperatura do quarto do bebé

É primordial para o bem-estar do bebé manter uma temperatura ambiente adequada, isto é, entre os 18 e 21 °C.
Nunca se deverá aquecer demasiado o quarto, pois pode colocar o bebé em risco de sobreaquecimento.


sexta-feira, 10 de maio de 2013

How to talk to your baby? - Como falar com o bebé?


  


Até o primeiro ano de idade, o choro vai ser a única forma de comunicação do seu bebé com o mundo. Com 1 ano, começa a balbuciar, ou seja, emitir alguns sons. Quando a M disser pela primeira vez “ma” e/ou “pa”, vibrei como se fossem perfeitos “mamã” e/ou “papá”. E é justamente essa resposta positiva que vai atribuir significado aos sons e estimular o processo de desenvolvimento da fala do bebé.

Numa tentativa de simplificar o entendimento da criança, alguns pais costumam abusar da chamada linguagem tatibitate. Além de falar as palavras incorretamente, mudam a entonação da voz, imitando o filho. Confesso que por vezes também errei ao fazer isto, mas depois de ouvir de alguns amigos meus que os seus filhos de 10 e 11 anos de idade tinham consultas de terapia da fala por causa do abuso desta linguagem em bebés, mudei logo, logo a minha postura procurando falar sempre com a M de forma correcta.

Por mais fofo que seja, resista à tentação de repetir “auá” quando o seu filho estiver a querer dizer “água”, porque isso reforça a pronúncia errada e faz com que ele demore mais tempo a falar corretamente. Não deve, contudo, dizer que ele está a falar errado, para não o deixar inibido, mas sim responder da forma correta: “Queres água, amor? É água que o meu amor quer?”, dando ênfase à palavra em questão. Isso vai fazer com que o bebé continue a tentar falar corretamente até chegar o momento em que vai conseguir.

Metáforas de associação, como chamar o cão de "ão-ão", quando se magoa dizer que fez  "do-dói", podem facilitar a vida da criança, porque são expressões fáceis de pronunciar. Contudo e segundo a pediatra da M, diz que não há problema em usá-las para identificar algumas coisas, mas adotar frases inteiras dessa forma é que nem pensar, pois retarda a aprendizagem da linguagem. Pelo mesmo motivo, ela diz que os pais devem evitar os diminutivos, que tornam a conversa com o filho muito infantilizada. O ideal seria adotar frases curtas, simples e claras, como “Aqui está o teu leite”, “Vamos dormir” ou “É hora do banho”. Outra dica é falar com o bebé quando ele está a desenvolver uma actividade, para que possa fazer a identificação futura das palavras com a actividade em causa, por exemplo “Vamos comer uma bolacha (e quando disser bolacha deve repetir a palavra várias vezes e tocar nela para que o bebé faça a relação entre a palavra e o objecto)”, “Que livro tão bonito! (idem do exemplo anterior)”.

A pediatra da M salientou ainda que estas dicas devem ser transmitidas a todos os que cuidam da criança.
Até 1 ano e 6 meses, a criança já fala algumas palavras simples com significado, mas é normal se isso não acontecer até os 2 anos.

Se até os 3 anos a criança fala pouco ou quase nada, então neste caso poderá precisar da ajuda de um especialista, mas sempre indicado pelo pediatra. As razões para isto acontecer podem ser várias. Primeiro, o médico vai descartar problemas neurológicos ou psiquiátricos, como lesões cerebrais, autismo e esquizofrenia. Depois, vai verificar a audição, pois para que a criança desenvolva a fala, é preciso que ela escute bem, afinal, a linguagem é adquirida pela imitação.

Bom, creio que falei de tudo o que sei como experiência própria e o que fui lendo ao longo do tempo. Mas antes de terminar queria deixar-vos algumas pérolas da fala da minha filha M, por vezes não me aguento com tanto rir… E se vissem as expressões faciais associadas às palavras… é demais. Então aqui ficam algumas pérolas:

  • Balila = Margarida;
  • Momero = Bombeiro;
  • Titinho = Leitinho;
  • Papeu = Chapéu;
  • Caco = Casaco;
  • Aua = água;
  • Becos = bonecos;
  • Papaio = Papagaio.

Did you know that... - Sabia que...







A temperatura do gelado não faz mal à garganta!
Além da temperatura subir, mal entra na boca, existe um reflexo que atrasa a deglutição e estimula a  produção de saliva, protegendo a garganta.



quinta-feira, 9 de maio de 2013

Good Night





Pacifier Prevents Sudden Death - Chupeta Previne Morte Súbita






Uma investigação de cientistas australianos, demonstrou que o ato de sucção melhora o controlo cardíaco do bebé. Segundo os investigadores, a Síndrome de Morte Súbita do Latente (SMSL) está relacionada com uma falha no sistema cardíaco do bebé quando não ocorre um ajustamento adequado em termos de frequência cardíaca ou de pressão arterial, bem como com a incapacidade de acordar quando se deixa de respirar ou existe uma queda súbita da pressão arterial.
Os cientistas do Instituto de Monash de Investigação Médica descobriram que o ato de chupar aumentava a variabilidade do ritmo cardíaco, sendo que a variação dos intervalos entre os batimentos cardíacos indica uma atividade de regulação autónoma da função circulatória.
Para chegar a esta conclusão, a equipa vigiou durante vários dias o sono de 37 bebés de entre duas e quatro semanas, dois e três meses e cinco e seis meses. Os bebés estavam divididos entre utilizadores e não utilizadores de chucha.
A SMSL consiste na morte inesperada de um bebé, aparentemente saudável, com menos de um ano de idade, durante o sono, sem explicação. Uma das principais medidas de prevenção é deitar o bebé sempre de barriga para cima.

Fonte “Revista Pais & Filhos”.